
O restaurante mais antigo da cidade mantém-se fiel à sua tradição. Há 55 anos servindo um único prato: frango. O carro chefe da casa é o frango ao molho pardo, acompanhado de arroz, quiabo e angu. O controle de qualidade é o ponto forte há três gerações.
O BH Espera por Você é uma das maiores e mais bem preparadas campanhas turísticas do País. Sua proposta é lançar a capital mineira entre os principais roteiros de passeio do País, a partir da divulgação dos atrativos nas áreas da cultura, turismo, gastronomia, compras e negócios. A primeira edição do projeto aconteceu com sucesso nos meses de janeiro e fevereiro de 2009 e, agora, a meta é preparar turisticamente Belo Horizonte para a Copa de 2014. Por isso, a segunda edição da campanha, agendada para as férias de 2010, já está em aquecimento com novidades e informações sobre os principais eventos de Beagá. Seja bem-vindo!
Sylvia Helena Barbosa da Silva
agosto 2nd, 2010 at 11:21
Adoro este restaurante e principalmente o prato principal de voces que e o frango ao molho pardo e tambem as atraçoes musicais tambem esta um show.Gostaria de saber se tem alguma cortesia para o show do Flavio agora na sexta feira,se houver gostaria de ser uma ganhadora se houver cortesia.
jessica amaral
janeiro 2nd, 2012 at 19:45
eu fui uma unica vez ai´,quando passei por bh,que maravilha de lugar!
iago
março 5th, 2012 at 13:28
minha mãe ja trabalhou la e la e muito bom especialmente o frango ao molho pardo, um que delicia
Hortencia Brasil Campos
março 11th, 2012 at 15:35
requento o restaurante a anos e era meu predileto. Hoje, fui com minha filha Andréa, com quem vou sempre, e pedimos um prato de início (uma massa), que não tinha molho. Pedi para devolver ou acrescentar mais molho (o que não foi feito pois o prato era tercerizado), e tudo que pedimos não estava condizente com o padrão dos senhores. Devolvemos o prato. Frequento o restaurante a anos, desde que meu marido era vivo (já se foram 4 anos
). Quando pedimos a conta, pois nada estava bom, foi cobrado inclusive o que devolvemos…………e nos deram uma desculpa bastante inútil.
É uma pena, pois este costumava ser o local que eu mais gostava e confiava.
Que pena…………
Hortencia
Liz
março 20th, 2012 at 19:11
Fui extremamente mal atendida neste restaurante dia 18/03/2012!
Cliente que não reclama mas que também não volta é o que mais nos prejudica!
Renato Rocha de Almeida
abril 20th, 2012 at 12:02
Sobre o Restaurante Maria das Tranças no bairro Savassi, Belo Horizonte.
Quero deixar explícita minha indignação com o “Restaurante” Maria das Tranças localizada na Rua Professor Moraes, 158, Bairro da Savassi em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Sexta-feira dia 13 de Abril de 2012, minha família foi cordialmente convidada pela Fatinha Poggiali, nossa amiga de vários anos e que possuímos grande estima, para comemorar seu aniversário no Restaurante Maria das Tranças do bairro Savassi em Belo Horizonte a festa estava marcada para iniciar às 20:30hs com término às 24:30hs, me desloquei do Bairro Buritis com minha família e compareci à casa por volta das 21:00hs.
Logo na chegada fui cordialmente atendido pela recepcionista do local que após nos identificar como convidados da aniversariante, nos passou as fichas para o atendimento interno e ai começaram os meus problemas, de minha família e amigos que no total enchiam a casa 135 pessoas.
Quando eu e minha família estávamos na área interna reservada para a festa me deparei com um ambiente assustador e conturbado com som alto para tal ambiente, a banda estava tocando um forró mas o que parecia era um grande barulho angustiante e estridente que mal pude identificar a música e só defini como forró depois de ser informado pelo garçom que pedi duas cadeiras para sentar e dois chopps e o mesmo dizendo que iria providenciar nunca mais voltou, nem com as cadeiras e nem com o pedido.
Como a quantidade de pessoas convidadas era grande, tratei de ir cumprimentando todos que eu lembrava na esperança de ganhar um tempo até que meu pedido fosse gentilmente atendido pelo garçom. Reencontrei várias pessoas que participaram de minha vida que eu não via a mais de 15 anos e foi muito bom esse momento.
Após 10 minutos de saudosos cumprimentos, lembrei-me que tinha feito um pedido ao garçom e que até o dado momento não apareceu, então tratei de abordar outro com o mesmo pedido que por incrível que pareça sumiu por mais de 10 minutos e lá estava eu e minha família em pé e sem os pedidos atendidos. Passei a solicitar o mesmo pedido para qualquer garçom que passasse por ali na esperança de ser ouvido por uma alma caridosa que entendesse que ali era um restaurante aberto para atender o público… adivinham? … mais 20 minutos se passaram sem encontrar uma pessoa da casa que nos atendesse e com aquele som horrível zumbindo em nossos ouvidos como uma serra elétrica amplificada.
Como sou brasileiro e ainda mineiro, não desisto tão fácil. Fui até aquela gentil recepcionista que estava na entrada e perguntei: “Moça onde encontro aqui um garçom para nos atender?” E ela questionou com cara de espanto se lá naquele ambiente fechado que eu estava não tinha nenhum. Respondi que sim, mas pelo que parece nenhum com memória tão boa ou disposto a atender os pedidos em menos de 40 minutos, me prontifiquei logo a ir buscar eu mesmo no balcão os pedidos e ela logo respondeu: “Claro!”
Quando chego ao balcão me deparei com um digníssimo ser humano que estava conversando com um profissional em extinção nessa casa “O Garçom”, eu esticando minha ficha fiz o pedido para ser anotado e atendido e aquele ser humano logo foi me respondendo: “Um momento! A casa não funciona assim, você tem de pedir ao garçom lá dentro e esperar ser atendido”. Aquilo soou como eco em minha cabeça, mas expliquei para digníssimo o que estava acontecendo, mas mesmo assim nada de shops, cadeiras ou garçons e o mais engraçado é que o que estava de conversa com ele também nem se prontificou e saiu à francesa. Com um impulso de defesa direcionei a as seguintes palavras para aquele “ser humano educado, polido e de boa criação e que sabe que está ali para tratar seus clientes bem”: “Amigo estou exatamente a 50 minutos nesse Restaurante Maria da Tranças (Repito para ficar bem gravado) esperando atendimento, eu, minha família e não estamos conseguindo nem um guardanapo usado! Irei sair de sua casa e sem pagar couvert artístico, consumação mínima ou seja o que for e boa noite!”. O mais irônico é que o segurança foi verificar no sistema deles se eu realmente não havia consumido nada, dá para acreditar?
Fui para outro restaurante (que por sinal é ótimo, mas não vou mensioná-lo nessa carta para não serem confundidos) achando que o caso era só com minha família e no domingo encontrei com todos os convidados do aniversário na casa de minha mãe pois coincidentemente era aniversário dela no domingo dia 15/04/2012. Perguntei um por um sobre como foram atendidos no Restaurante Maria das Tranças na Savassi e a para minha confirmação de que a casa é realmente péssima, todos reclamaram a mesma coisa do que eu, restaurante caro e horrível. Claro que o “ser caro” é relativo à “qualidade de atendimento” que nesse caso é de péssima qualidade.
Fico muito triste pela nossa grande amiga ter escolhido essa casa para comemorar seu aniversário e não menos por Belo Horizonte ser conhecido pelos seus belíssimos restaurantes, bares e butecos tradicionais de ótimo atendimento ter esse Restaurante Maria das Tranças em seu elenco, lamento profundamente. O botequim da esquina que serve cerveja em copo lagoinha e carne de panela ao molho e farinha a três quarteirões de minha residência tem mais classe que o “Restaurante” Maria das Tranças localizada na Rua Professor Moraes, 158, Bairro da Savassi em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Deixo aqui minha indignação para que isso não ocorra com você belo horizontino amante dos bons bares e restaurantes dessa maravilhosa capital e se tiver algum convite para adentrar nessa casa ou que simplesmente esteja com vontade de conhecê-la, lembre-se de minha experiência e de mais 134 pessoas. Não vá, não faça seu evento lá, não se aventure, é melhor ir para o botequim da esquina!
Renato Rocha de Almeida, mineiro e morador de Belo Horizonte a mais de 15 anos.